Eventos Corporativos

Dia das Mulheres no mundo corporativo: porque celebrar é importante e como transformar a data em cultura real

Vinho Tinta
12/2/2026

O Dia das Mulheres no mundo corporativo deixou de ser apenas uma data simbólica. Hoje, ele se tornou um termômetro da maturidade cultural das empresas.

Em um cenário onde diversidade, liderança feminina e equidade de oportunidades estão no centro das decisões estratégicas, o 8 de março não pode ser tratado como evento isolado. 

Ele revela como a organização enxerga desenvolvimento, pertencimento e protagonismo feminino.

A pergunta que muitas lideranças ainda se fazem é:
Como transformar o Dia das Mulheres em uma ação que vá além do discurso ou de uma ‘’lembrancinha’’?

O que significa o Dia das Mulheres no mundo corporativo hoje

Historicamente, o Dia Internacional da Mulher simboliza luta por direitos, reconhecimento e equidade. No ambiente corporativo, ele representa algo ainda mais profundo: a capacidade da empresa de reconhecer talentos femininos e criar condições reais para crescimento.

Não se trata apenas de homenagear. Trata-se de:

  • ampliar espaços de liderança,
  • fortalecer confiança e autoconhecimento,
  • criar ambientes seguros para expressão,
  • estimular redes de apoio entre mulheres.

Empresas que tratam a data como parte da estratégia de cultura constroem narrativas mais sólidas ao longo do ano.

Porque o Dia das Mulheres impacta engajamento e cultura organizacional

Quando bem conduzido, o Dia das Mulheres no mundo corporativo pode:

  • fortalecer senso de pertencimento,
  • aumentar conexão entre lideranças femininas,
  • estimular protagonismo,
  • reforçar valores institucionais.

Segundo dados da Deloitte e do Great Place to Work, ambientes que promovem inclusão e pertencimento apresentam maior retenção e desempenho organizacional. 

O 8 de março pode funcionar como um catalisador dessas práticas, desde que esteja alinhado à estratégia da empresa.

O problema surge quando a data vira apenas um gesto simbólico sem continuidade.

Como transformar o Dia das Mulheres em uma experiência de impacto real

Aqui entra o ponto central.

O Dia das Mulheres no mundo corporativo ganha força quando deixa de ser palestra isolada e se torna experiência vivencial.

Experiências sensoriais permitem:

  • autoconhecimento,
  • troca entre lideranças,
  • construção simbólica de propósito,
  • fortalecimento de vínculos.

E isso não é teoria. É prática.

Cases reais da Vinho Tinta no Dia das Mulheres

Abaixo, trago três exemplos que mostram como a data pode ser trabalhada de forma estratégica, sem expor vulnerabilidades das empresas, mas destacando desenvolvimento e protagonismo.

Construtora Tenda: Autoconhecimento e florescimento coletivo

Em um programa de aceleração de carreira voltado à coordenadoras da empresa, a experiência foi realizada ao final de um dia inteiro de imersão em desenvolvimento feminino 

Objetivo central:

  • Reforçar autoconhecimento,
  • Criar leveza após uma jornada intensa,
  • Estimular confiança para novos ciclos.

A obra escolhida, “Florescer”, trabalhava a metáfora das estações e da transformação interna .

O resultado foi um ambiente onde as participantes puderam:

  • Refletir sobre seus próprios ciclos,
  • Enxergar o novo como oportunidade,
  • Reforçar a confiança coletiva.

Sem discurso raso. Com simbolismo aplicado.

99 Tecnologia: Lideranças femininas a um passo da diretoria

No caso da 99, o foco foi comunicação, protagonismo e fortalecimento de grupo .

Participaram as mulheres que estão na fase final de um programa de desenvolvimento para futuras diretoras .

Durante a dinâmica, a troca de telas simbolizou:

  • interdependência,
  • escuta empática,
  • colaboração para um propósito comum .

O impacto não foi apenas criativo. Foi estrutural.
A experiência reforçou a confiança mútua e a narrativa coletiva de crescimento.

C&A: Criatividade, identidade e troca simbólica

Em um encontro com lideranças criativas da C&A, o objetivo era fechar o ano com inspiração e autenticidade .

Sem obra pré-determinada, cada participante explorou sua identidade por meio da pintura em taças .

O gesto final foi presentear outra colega com sua criação, isso simbolizou:

  • reconhecimento,
  • valorização individual,
  • troca genuína.

A data se transformou em narrativa de futuro, alinhada ao tema “reimagine the future” .

Qual a diferença entre comemorar e construir cultura no Dia das Mulheres

Comemorar:

  • é pontual,
  • é simbólico,
  • é externo.

Construir cultura:

  • é estratégico,
  • é contínuo,
  • é relacional.

Empresas que usam o Dia das Mulheres no mundo corporativo como ponto de partida criam impactos que se estendem para o restante do ano.

Quando investir em uma experiência no Dia das Mulheres faz sentido

Faz sentido quando a empresa deseja:

  • fortalecer lideranças femininas,
  • integrar times diversos,
  • reforçar segurança psicológica,
  • criar marco simbólico dentro de programas de desenvolvimento.

A experiência não substitui políticas estruturais.
Ela ativa emoções, vínculos e consciência, elementos que sustentam qualquer política.

Leia também: NR-01 segurança psicológica e experiência: o novo papel das empresas

Sendo assim…

O Dia das Mulheres no mundo corporativo não deve ser tratado como evento isolado, mas como parte da construção de um ambiente mais justo, colaborativo e humano.

Quando a data é vivida com intenção, método e simbolismo, ela deixa de ser homenagem e passa a ser estratégia cultural.

Se sua empresa busca transformar o Dia das Mulheres em um momento de fortalecimento real de lideranças e cultura, vale desenhar essa experiência com profundidade e intenção.

Vamos conversar! 

FAQ  Dia das Mulheres no mundo corporativo

Por que o Dia das Mulheres é importante nas empresas?
Porque fortalece reconhecimento, pertencimento e liderança feminina.

O que fazer no Dia das Mulheres corporativo?
Experiências vivenciais, rodas de conversa estruturadas, ações que reforcem protagonismo e cultura.

Vale a pena investir em experiências sensoriais nessa data?
Sim, especialmente quando fazem parte de uma estratégia maior de desenvolvimento e cultura.

A ação precisa ser apenas para mulheres?
Não necessariamente. Pode envolver lideranças mistas, dependendo do objetivo estratégico.

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