
Nos últimos anos, o discurso sobre propósito, diversidade e inovação ganhou espaço nas organizações. Mas, na prática, um elemento específico tem se mostrado decisivo para transformar intenção em resultado: a cultura de pertencimento.
Hoje, pertencimento não é mais um diferencial reputacional. Ele se consolida como uma alavanca real de engajamento, produtividade e retenção de talentos. Empresas que ignoram esse fator até conseguem atrair profissionais, mas têm dificuldade em mantê-los conectados e comprometidos no longo prazo.
Segundo uma pesquisa da Deloitte, organizações com alto índice de inclusão e pertencimento têm 75% mais chances de atingir metas financeiras e 2,6 vezes mais chances de apresentar alta performance organizacional. Ainda assim, muitas lideranças seguem enfrentando o mesmo desafio: como sair do discurso e transformar pertencimento em prática cotidiana?
Pertencimento vai além de estar incluído em um organograma ou política institucional. Ele se manifesta quando as pessoas sentem que importam, que são ouvidas e que suas contribuições têm valor real dentro do coletivo.
No contexto corporativo, isso se constrói quando:
Quando esse cenário se estabelece, surgem equipes mais engajadas, criativas e colaborativas. O pertencimento deixa de ser abstrato e passa a impactar diretamente os resultados.
A relação entre pertencimento e performance não é subjetiva. Estudos do Great Place to Work Brasil mostram que colaboradores que sentem que pertencem à empresa são três vezes mais propensos a permanecer no cargo e quatro vezes mais engajados com os objetivos da organização.
A ausência desse sentimento, por outro lado, gera efeitos silenciosos que costumam aparecer tarde demais:
Em ambientes assim, o trabalho continua acontecendo, mas a conexão se perde. E, sem conexão, a cultura enfraquece.
Aqui está um ponto-chave. Pertencimento não se instala apenas com palestras, códigos de conduta ou treinamentos pontuais. Ele se constrói na experiência vivida, nas relações e na forma como as pessoas interagem no dia a dia.
Na Vinho Tinta, parto do princípio de que pertencimento se desenvolve quando criamos espaços seguros, sensoriais e simbólicos para que as equipes se expressem, se escutem e construam algo juntas.
Experiências corporativas bem desenhadas ajudam a materializar valores que, sozinhos, ficariam apenas no discurso.
Algumas vivências se mostram especialmente eficazes para fortalecer vínculos e promover inclusão de forma prática.
O Mosaico Coletivo, por exemplo, convida os participantes a construir uma obra artística conjunta, onde cada contribuição individual é indispensável para o todo. A metáfora é direta: diversidade não fragmenta, ela compõe.
No Vinho & Tinta, a combinação entre pintura e vinho cria um ambiente leve e acolhedor, favorecendo conversas sinceras, escuta ativa e aproximação entre pessoas que, muitas vezes, não dialogam no cotidiano profissional.
Já a Oficina Bonsai propõe um momento de pausa e presença. Cuidar de uma planta viva se torna um símbolo potente de atenção, responsabilidade compartilhada e cuidado mútuo, valores essenciais para relações saudáveis no trabalho.
Essas experiências não substituem práticas como feedback, desenvolvimento de soft skills ou políticas de inclusão. Elas complementam, conectando discurso e vivência.
A partir de setembro, inauguramos o LAB Vinho Tinta, um espaço físico em São Paulo dedicado exclusivamente à imersão de equipes em experiências criativas e estratégicas.
O LAB foi desenhado com um objetivo claro: criar condições reais para que pertencimento, empatia e escuta aconteçam, e não apenas sejam discutidos.
Empresas que desejam investir em cultura de forma concreta encontram no LAB:
Mais do que um local, o LAB é uma extensão da forma como acreditamos que a cultura se constrói: na relação, na experiência e na prática.
Construir uma cultura de pertencimento não significa apenas criar ambientes inclusivos. Significa reforçar, de forma contínua, que cada pessoa importa e que suas histórias fazem parte do todo.
Empresas que entendem isso se mostram mais preparadas para lidar com mudanças, inovar com consistência e atrair talentos que buscam mais do que um cargo: buscam conexão.
Quando o pertencimento deixa de ser discurso e passa a ser vivido, a cultura ganha força real. Se fizer sentido pensar como experiências sensoriais podem fortalecer vínculos e criar pertencimento de forma concreta, vale aprofundar essa conversa com método e intenção.
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O que diferencia pertencimento de inclusão?
Inclusão garante espaço. Pertencimento garante vínculo, reconhecimento e participação ativa.
Pertencimento impacta resultados financeiros?
Sim. Pesquisas mostram correlação direta entre pertencimento, engajamento e performance organizacional.
Experiências corporativas substituem políticas de RH?
Não. Elas complementam, tornando valores e diretrizes vivenciáveis no cotidiano.
É possível medir pertencimento?
É possível observar impactos em engajamento, retenção, qualidade das relações e clima organizacional.