
Durante muito tempo, liderar significa organizar agendas, conduzir reuniões e garantir entregas dentro do escritório, físico ou virtual. Mas algo mudou de forma silenciosa e profunda: o ambiente corporativo entrou em fadiga.
Reuniões em excesso. Telas demais. Comunicação constante, mas conexões cada vez mais superficiais.
Nesse cenário, uma pergunta começa a surgir com mais frequência nas mesas de decisão:
A resposta não está em mais ferramentas digitais nem em dinâmicas genéricas. Ela está na experiência corporativa presencial, quando desenhada com intenção, método e propósito.
A fadiga do digital e o limite das conexões à distância hoje já são realidade. O trabalho remoto e híbrido ampliou possibilidades, mas também deixou claro um limite importante: nem tudo que importa acontece bem pela tela.
A escuta profunda, a atenção plena, a troca genuína e o sentimento de pertencimento não escalam no digital da mesma forma que no encontro presencial.
É por isso que empresas e marcas globais começaram a posicionar seus investimentos, não abandonando o digital, mas revalorizando o físico como espaço de vínculo real, reflexão e construção coletiva.
Em entrevista ao Meio & Mensagem, Rafael Santos, gerente de marketing da Mizuno Brasil, sintetiza com precisão o momento atual:
“A experiência física cria conexões que o digital nem sempre alcança.”
A Mizuno passou a tratar seus espaços físicos como plataformas de relacionamento, e não como ações pontuais. A Mizuno Running Station, por exemplo, não foi pensada como loja ou evento, mas como presença recorrente na rotina da comunidade.
Os resultados foram claros:
Vínculo real com o público
Aprendizado contínuo sobre comportamento
Fortalecimento orgânico do brand equity
Engajamento que vai além da transação
Esse movimento formaliza uma tese central:
Experiência presencial não é custo, é estratégia de longo prazo.
Quando uma equipe sai do escritório, algo essencial acontece: ela sai do modo automático!
O deslocamento físico amplia a abertura cognitiva. Um novo ambiente reduz hierarquias simbólicas. O corpo participa da experiência, não apenas a mente.
É nesse contexto que:
As conversas ganham profundidade
Lideranças se mostram de forma mais humana
Conflitos encontram espaço de escuta
Decisões se conectam a valores reais

A Vinho Tinta LAB nasce como resposta direta à fadiga corporativa. Um espaço físico desenhado para:
Tirar equipes da lógica de performance contínua
Criar presença e atenção plena
Estimular conversas relevantes
Favorecer a construção de sentido coletivo
A Academia do Vinho traduz temas complexos, como liderança, tomada de decisão, colaboração e mudança, em vivências sensoriais.
Aqui, o aprendizado não é apenas conceitual. Ele é vivido, refletido e incorporado.
Essa abordagem se conecta diretamente ao que marcas como a Mizuno já demonstram na prática: Cultura e liderança não se constroem apenas no discurso, mas na vivência recorrente.
A dúvida de muitos decisores não é se devem investir, mas quando. Na prática, a necessidade costuma surgir em cenários como:
Ciclos de mudança organizacional
Crescimento acelerado ou processos de fusão
Desgaste entre áreas
Desalinhamento de lideranças
Queda de engajamento ou aumento de turnover
Nesses momentos, insistir apenas em reuniões internas ou treinamentos tradicionais tende a gerar pouco impacto. A experiência corporativa presencial atua onde os indicadores frios não alcançam: no campo do comportamento, das relações e da cultura.
Faz sentido quando o objetivo é:
Fortalecer cultura, não apenas informar
Engajar pessoas, não apenas reunir
Desenvolver liderança de forma prática
Criar memória organizacional positiva
Alinhar discurso e prática no dia a dia
Em outras palavras: quando a empresa reconhece que resultado sustentável passa, inevitavelmente, por pessoas conectadas.
Tirar o time do escritório não é sobre lazer nem sobre pausa improdutiva. É sobre criar o contexto certo para que relações, decisões e cultura aconteçam de verdade.
Marcas como a Mizuno mostram que a experiência física, quando contínua e coerente, constrói valor de longo prazo. A Vinho Tinta aplica essa mesma lógica ao universo corporativo, transformando encontros presenciais em estratégia viva de cultura e liderança.
Se você lidera pessoas e busca engajamento real, talvez a pergunta não seja se deve tirar seu time do escritório, mas quando e com qual intenção.
Converse com um consultor da Vinho Tinta e descubra como desenhar uma experiência corporativa presencial alinhada à sua estratégia.