Endomarketing

Porque tirar seu time do escritório é hoje uma decisão estratégica de liderança

Vinho Tinta
30/1/2026

Durante muito tempo, liderar significa organizar agendas, conduzir reuniões e garantir entregas dentro do escritório, físico ou virtual. Mas algo mudou de forma silenciosa e profunda: o ambiente corporativo entrou em fadiga.

Reuniões em excesso. Telas demais. Comunicação constante, mas conexões cada vez mais superficiais.

Nesse cenário, uma pergunta começa a surgir com mais frequência nas mesas de decisão:

O que realmente sustenta engajamento, pertencimento e cultura hoje?

A resposta não está em mais ferramentas digitais nem em dinâmicas genéricas. Ela está na experiência corporativa presencial, quando desenhada com intenção, método e propósito.

A fadiga do digital e o limite das conexões à distância hoje já são realidade. O trabalho remoto e híbrido ampliou possibilidades, mas também deixou claro um limite importante: nem tudo que importa acontece bem pela tela.

A escuta profunda, a atenção plena, a troca genuína e o sentimento de pertencimento não escalam no digital da mesma forma que no encontro presencial.

É por isso que empresas e marcas globais começaram a posicionar seus investimentos, não abandonando o digital, mas revalorizando o físico como espaço de vínculo real, reflexão e construção coletiva.

O que marcas como a Mizuno entenderam antes da maioria?

Em entrevista ao Meio & Mensagem, Rafael Santos, gerente de marketing da Mizuno Brasil, sintetiza com precisão o momento atual:

 “A experiência física cria conexões que o digital nem sempre alcança.”

A Mizuno passou a tratar seus espaços físicos como plataformas de relacionamento, e não como ações pontuais. A Mizuno Running Station, por exemplo, não foi pensada como loja ou evento, mas como presença recorrente na rotina da comunidade.

Os resultados foram claros:

Vínculo real com o público

Aprendizado contínuo sobre comportamento

Fortalecimento orgânico do brand equity

Engajamento que vai além da transação

Esse movimento formaliza uma tese central:

Experiência presencial não é custo, é estratégia de longo prazo.

O ponto de virada: porque a experiência corporativa presencial funciona?

Quando uma equipe sai do escritório, algo essencial acontece: ela sai do modo automático!

O deslocamento físico amplia a abertura cognitiva. Um novo ambiente reduz hierarquias simbólicas. O corpo participa da experiência, não apenas a mente.


É nesse contexto que:

As conversas ganham profundidade

Lideranças se mostram de forma mais humana

Conflitos encontram espaço de escuta

Decisões se conectam a valores reais

O LAB: presença, pausa e intenção

A Vinho Tinta LAB nasce como resposta direta à fadiga corporativa. Um espaço físico desenhado para:

Tirar equipes da lógica de performance contínua

Criar presença e atenção plena

Estimular conversas relevantes

Favorecer a construção de sentido coletivo

Academia do Vinho: liderança vivida na prática

A Academia do Vinho traduz temas complexos, como liderança, tomada de decisão, colaboração e mudança, em vivências sensoriais.

Aqui, o aprendizado não é apenas conceitual. Ele é vivido, refletido e incorporado.

Essa abordagem se conecta diretamente ao que marcas como a Mizuno já demonstram na prática: Cultura e liderança não se constroem apenas no discurso, mas na vivência recorrente.

Quando tirar o time do escritório deixa de ser custo e vira investimento

A dúvida de muitos decisores não é se devem investir, mas quando. Na prática, a necessidade costuma surgir em cenários como:

Ciclos de mudança organizacional

Crescimento acelerado ou processos de fusão

Desgaste entre áreas

Desalinhamento de lideranças

Queda de engajamento ou aumento de turnover

Nesses momentos, insistir apenas em reuniões internas ou treinamentos tradicionais tende a gerar pouco impacto. A experiência corporativa presencial atua onde os indicadores frios não alcançam: no campo do comportamento, das relações e da cultura.

Quando faz sentido investir em uma experiência corporativa presencial?

Faz sentido quando o objetivo é:

Fortalecer cultura, não apenas informar

Engajar pessoas, não apenas reunir

Desenvolver liderança de forma prática

Criar memória organizacional positiva

Alinhar discurso e prática no dia a dia

Em outras palavras: quando a empresa reconhece que resultado sustentável passa, inevitavelmente, por pessoas conectadas.

E no fim das contas?

Tirar o time do escritório não é sobre lazer nem sobre pausa improdutiva. É sobre criar o contexto certo para que relações, decisões e cultura aconteçam de verdade.

Marcas como a Mizuno mostram que a experiência física, quando contínua e coerente, constrói valor de longo prazo.  A Vinho Tinta aplica essa mesma lógica ao universo corporativo, transformando encontros presenciais em estratégia viva de cultura e liderança.

Se você lidera pessoas e busca engajamento real, talvez a pergunta não seja se deve tirar seu time do escritório, mas quando e com qual intenção.

Converse com um consultor da Vinho Tinta e descubra como desenhar uma experiência corporativa presencial alinhada à sua estratégia.

Inscreva-se em nossa newsletter
Acesse nossas novidades, posts e conteúdos diretamente em seu e-mail.
Obrigada! Sua inscrição foi concluída com sucesso, até breve :)
Opa! Algo deu errado na hora de enviar. Poderia tentar novamente?

Pode te interessar